Está querendo alugar seu imóvel? 4 coisas que você precisa saber antes de começar a divulgar

Proprietários que estão querendo alugar um imóvel precisam saber os possíveis gastos e quais deveres e obrigações dele e do inquilino.

 

 
Para quem está pensando em lucrar com uma casa ou imóvel comercial ou residencial que está desocupado, anunciar no mercado de locação pode ser uma das primeiras coisas que vem em mente. Mas, antes de iniciar a divulgação, é importante saber os principais pontos a seguir para ter um bom resultado, tanto na hora de conquistar interessados quanto depois que o imóvel já estiver alugado. 

 

Primeiramente, é importante lembrar que há muitos imóveis no mercado. Então, quais diferenciais você vai apresentar para que o futuro inquilino escolha o seu e não outro? Que tal começar com uma reforma para deixá-lo muito mais apresentável? “Como tem bastante imóvel em Curitiba e bastante ofertas fora do valor de mercado, o proprietário pode começar pensando em manter o imóvel com a melhor aparência possível. Talvez seja necessário até alguma manutenção para garantir diferenciais que destacam o imóvel”, orienta Danielli Prestes, gerente de locação da Bidese Imóveis

 

 

 

1. Gastos depois da locação

 

Danielli Prestes também alerta sobre os gastos que o proprietário precisa levar em consideração mesmo depois de alugar. “A partir do momento em que o proprietário aluga, ele já se livra de muitos gastos, porque deixa de ter responsabilidade de pagamento do IPTU e condomínio. No entanto, ele ainda tem que arcar com fundos de reserva ou de obras do condomínio, se houver. Também é preciso ter em mente os custos da administradora da imobiliária, que faz a divulgação e visitas ao imóvel e depois administrativa o dia a dia com o inquilino”, conta a gerente

 

 

 

2. Principais cláusulas que precisam estar no contrato

 

A vigência precisa ser combinada e estipulada entre as partes: contratante e contratada. Mas, se o proprietário tem intenção de algum momento vender o imóvel, ele precisa alertar a imobiliária antes de começar a divulgação, para que o contrato seja feito com tempo menor do que é feito geralmente. "Aqui na Bidese Imóveis costumamos fazer um contrato com 30 meses, mas, caso o cliente tenha intenção em vender, é importante avisar para que possamos fazer um contrato com menor tempo. Até porque o inquilino tem o direito de permanecer no imóvel durante todo o período estipulado em contrato”, alerta a especialista. 

 

No contrato, também precisa conter as regras entre proprietário e inquilino em relação a valores, pagamento e bonificações.

 

“É bem importante especificar exatamente o que foi acordado pra não ter divergência futuramente. O aluguel é corrigido por um índice, que é pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGM-P), então precisa estar bem alinhado com os dois”, ressalta a gerente. Em suma, a principal regra é que o valor e prazo esteja bem acordado. As outras condições que constam no contrato segue com a lei do inquilinato, sobre deveres e obrigações.

 

 

Quem paga manutenções: inquilino que está morando ou proprietário? 

 

Tudo que se trata de manutenção estrutural ou de algum problema oculto do imóvel, sempre vai ser por conta do proprietário. Mas se for uma benfeitoria que o inquilino queira fazer por conta;  alguma alteração, só vai ser possível se ele encaminhar uma solicitação e o proprietário autorizar. Mas,  nesse caso, quem paga, geralmente, é o inquilino e não necessariamente o proprietário.

 

 

 

3. Contar com uma boa seguradora evita problemas futuramente

 

Colocar um imóvel para alugar por conta pode gerar muitos problemas futuramente. “A gente recebe muito proprietário que alugava particular e teve problemas com inadimplência. Quando por conta, é inviável ele retirar o inquilino do imóvel. Além do desgaste emocional e financeiro que isso acaba gerando. Hoje uma ação de despejo não é tão simples e o prazo, se não for por intermédio de uma administradora que tenha uma garantia locatícia eficaz, ele dificilmente vai tirar o inquilino da casa dele”, conta Danielli Prestes. 

 

A gerente também recomenda que seja feito o acompanhamento de pagamentos, como IPTU e condomínio. “Muitos casos a inadimplência é com o valor do condomínio, que hoje é algo muito grande porque a consequência pode ser a perda do imóvel. Aqui na Bidese Imóveis contamos com a Porto Seguro e, muitas vezes, tem custos que o proprietário não precisa ter porque o seguro que foi contratado pelo inquilino tem cobertura”, diz.

 

 

 

4. Ter a assessoria de uma Imobiliária é muito mais vantajoso

 

Além de tudo isso que foi mencionado anteriormente, quando o proprietário decide alugar por conta, é ele que precisa acompanhar e fazer a gestão e administração de forma minuciosa para evitar transtornos. Então, é importante colocar no papel e ver se vale a pena alugar de forma particular. “Se ele comparar, é irrisório o custo com a administração ao tempo e gasto que ele vai precisar investir para acompanhar a locação dele. Além da questão de reparo e manutenção que com uma administradora é muito mais seguro. Se for particular, ele que precisa ir até local e resolver tudo. Outro ponto são os ajustes do valor do aluguel e o cumprimento de cláusulas de contrato. Geralmente, o inquilino vai partir para o emocional e tentar negociar. Então, às vezes, a dor de cabeça acaba sendo muito mais penosa”, alerta Danielli. 

 

Então, a principal dica é buscar a assessoria completa de uma imobiliária de confiança. “Na imobiliária temos os caminhos certos para garantir um contrato seguro e eficaz. Além de que conseguimos recorrer às medidas certas para ajustar valores conforme a lei e ação de despejo (caso necessário)”, finaliza a gerente.

 

 

 

 

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